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Você sabia que não existe pedra semi-preciosa?

Fiquei surpresa ao descobrir, depois de uma pesquisa sobre pedras brasileiras, que o termo pedra semi-preciosa está incorreto.

Embora esteja correta a denominação pedra preciosa, o mesmo não se dá com pedra semi-preciosa, e são várias as razões para isso. A principal delas é que nunca houve consenso sobre quais pedras seriam consideradas preciosas. Antigamente eram assim classificados o rubi, a safira, a esmeralda e o diamante e alguns joalheiros também incluíam a opala, o crisoberilo e outros a pérola.

Mas não ficam aí os argumentos contra a classificação semi-preciosa. Embora esmeralda, rubi, safira e diamante sejam usualmente gemas caras, uma esmeralda e mesmo um diamante podem valer menos que uma granada mais rara, por exemplo.

Segundo Hans Stern, fundador da H.Stern, “precioso” é um adjetivo qualificativo, logo o seu oposto deveria ser não-precioso. A mesma coisa podemos dizer da palavra honesto (e tantos outros adjetivos), não permite a existência de semi-honesto. Afinal não existem pedras semipreciosas, assim como não existem mulheres semigrávidas. “Ou é ou não é”, dizia.

Por esses motivos, o termo semi-preciosa caiu em desuso em quase todo o mundo, sobrevivendo apenas em alguns países, entre eles o Brasil.

Portanto, não se constranja de chamar ágata, ametista, citrino, topázio, água-marinha, turmalina, etc. de pedras preciosas. E chame de jóia, não de bijuteria, seu brinco, anel ou outra peça confeccionada com gemas que você considera baratas.

Aqui você encontra uma lista das pedras e gemas preciosas mais utilizadas na fabricação de jóias e semijóias

pedras brasileiras preciosas e gemas

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Gemas = Pedras preciosas

Agora que você conhece um pouco mais sobre pedras e gemas preciosas, se encante com nossa linha de semijóias.

FONTES:

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