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Reportagem Fantástico – o risco do Cádmio nas Bijuterias

No próximo Domingo (17/11) o Fantástico vai trazer um alerta para mulheres e adolescentes que adoram usar bijuterias e acessórios.

Um grande lote de bijuterias vindo da China apresentou um nível altíssimo de Cádmio. Muito provavelmente é apenas um lote, já que testes são feitos regularmente e por amostragem nos lotes importados. Mas o pior é que não há legislação no Brasil sobre o assunto.

cadmio bijuterias china 25 de março

Mas afinal o que é Cádmio?

O Cádmio é um metal prateado tóxico, ainda usado na fabricação de bijuterias de na China que pode causar problemas de saúde. O cádmio está em várias peças de bijuteria baratas, algumas delas destinadas ao uso das crianças, vendidas em lojas, camelôs, feiras e até na praia. A pele em contato absorve substâncias sem conseguir elimina-las. Lentamente, ao longo dos anos vão provocar uma intoxicação crônica.

A ameaça é invisível e as crianças são as mais expostas ao risco já que tendem a inserir brinquedos e bijuterias na boca. E o que dizer dos piercings de língua e umbigo que alguns jovens adoram usar?

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O Cádmio e um subproduto da mineração do zinco, é um metal raro que é mais facilmente encontrado em ambientes aquáticos (águas de superfícies subterrâneas), e possui a propriedade de ser insolúvel, por isso se acumula nas gramíneas, em aves, gado, cavalos e na vida selvagem. Já foi usado como amálgama por dentistas, atualmente tem aplicação em baterias (cádmio-níquel) de celulares e em pilhas recarregáveis.

 

O cádmio foi considerado metal pesado através de estudos que avaliaram a sua concentração em verduras plantadas, utilizando adubo proveniente da compostagem de lixo orgânico. Os resultados revelaram que as hortaliças continham níveis de cádmio que representavam riscos à saúde.

O cádmio foi considerado carcinogênico e por ser acumulado no organismo ainda é responsável pelo desenvolvimento de hipertensão e doenças do coração, ele está em mariscos, ostras e peixes de água salgada, alguns tipos de chá e na fumaça do cigarro.

Ultimamente, a grande preocupação com relação à poluição ambiental é resultante do descarte de baterias de telefones celulares e pilhas elétricas que contém os metais tóxicos níquel e cádmio.

Por Líria Alves
Graduada em Química

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Depois de passar por problemas recorrentes de altos níveis de Cádmio, principalmente em bijuterias importadas da China, a União Européia proibiu em maio desse ano o uso de Cádmio em artigos de acessórios, bijuterias, produtos plásticos e soldas.

Posição parecida adotou os EUA depois de ter enfrentando em 2010 o mesmo problema do Brasil. Na época a gigante Wal-Mart, retirou de suas prateleiras bijuterias e acessórios suspeitos de conter Cádmio. O mesmo ocorreu com a Saks, a rede Claires e a Aeropostale. Atualmente o limite permitido nos EUA desse metal em bijuterias é de somente o 0,03%.

Outros metais como chumbo e níquel também são motivos de preocupação no mercado americano e europeu, principalmente quando usados em acessórios inseridos na pele como brincos e piercings.

Leia mais aqui – Alergia a brincos e bijuterias

Temos que torcer para que a partir de agora seja feita uma legislação parecida para o Brasil que proteja o consumidor e estabeleça uma relação de confiança entre fabricantes, revendedores e nossas clientes, no que se refere à qualidade e a segurança dos produtos fornecidos.

Às nossas clientes da Penélope Acessórios não há motivo de alarde, já que nossas bijuterias são de ótima qualidade e fabricadas no Brasil.

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Como usar bijuterias e acessórios sem correr o risco?

O acúmulo de Cádmio e alergias a outros metais se dá principalmente pelo contato da pele com o metal e a única maneira de se livrar do risco ou incômodo é evitando o contato.

Uma boa alternativa é usar versões anti-alérgicas: Bijuterias e Semi-jóias com banho de Ouro, Rodium, Prata, aço cirúrgico ou Jóia. Aqui na Penélope Acessórios você encontra várias opções de bijuterias de alta qualidade e semijóias folheadas.

Mas outro dia a pedido de uma cliente descobri outra solução super legal: uma capinha (um “canudinho” bem fininho de silicone transparente que se coloca em cima do pino ou do gancho do brinco, com isso e mais o uso de uma tarrachinha de silicone é possível isolar o contato direto da sua pele com o brinco.

Os dois lugares que descobri, aqui em SP que vendem essa capinha/canudinho de silicone é a Galucci Oficina de Jóias –  e a Gabriela Oficina de Jóias mas imagino que em outras cidades também se encontrem esse protetor de silicone para brincos em lojas especializadas de bijuterias ou em lojas de produtos para alérgicos.

Fontes e Agradecimentos:

Site G1 – Fantástico, Portal Joias BR, Cyclopaedia.net, Esmeralda Azul – Blog, Blog Margarita sem Censura, Brasil Escola

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Alergia a Brincos e Bijuterias

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Imagina uma mulher com “alma de Penélope Estilosa”, super vaidosa e que adora se enfeitar com acessórios, brincos, colares e pulseiras, porém sente coceira, ardência e vermelhidão só de colocar uma bijuteria.

Este tipo de alergia é também conhecida como “dermatite de contato” e é muito mais comum do que se imagina…

O problema geralmente é causado pelo NÍQUEL presente na bijuteria, e a única maneira de se livrar do incômodo é evitando o contato.

Quando a bijuteria entra em contato com a pele, o corpo identifica o níquel como um corpo estranho e começa a produzir anticorpos. Dessa forma, aparecem a vermelhidão e o inchaço no local, que se não receberem os devidos cuidados podem se transformar em feridas.

Cerca de 10% das mulheres têm alergia ao níquel e esse é um dos metais usados para compor a liga de ouro, principalmente de ouro branco, além de muitas bijuterias. Entre as mulheres que têm orelha furada 20% desenvolvem alergia ao níquel.

Nos anos 90, foram feitos estudos e testes com o níquel e deles surgiu a Nickel Directive, válida para toda a União Europeia. A diretriz regula o uso de níquel em jóias e permite o máximo de 5% de níquel nas ligas para o ouro amarelo, pois os testes comprovaram que alergias não se manifestavam nesses casos, já que a quantidade fica muito diluída.

Nos EUA o “Níquel-Free” também é uma realidade na produção de jóias e bijuterias, mas infelizmente no mercado brasileiro de acessórios isso ainda não acontece.

Uma das receitas populares para evitar alergia a brincos e bijuterias é passar uma camada de esmalte incolor (de preferência hipoalergênico) para formar uma película protetora no acessório antes de usá-lo.

Esse truque funciona, mas temporariamente, além de correr o risco do esmalte causar outro tipo de alergia.

Uma boa alternativa é usar versões anti-alérgicas: Bijuterias e Semi-jóias com banho de Ouro, Rodium, Prata, aço cirúrgico ou Jóia. Aqui na Penélope Acessórios você encontra várias opções de semijóias folheadas.

Se mesmo fazendo a substituição dos brincos e acessórios os desconfortos persistirem, peça para a dermatologista receitar alguma pomada anti-alérgica a base de anti-histamínico ou corticóides (mas Não se auto medique, hein!). Normalmente essas pomadas resolvem o problema, mas o importante é descobrir qual o produto te dá alergia para deixar de usá-lo.

Fontes:

http://www.adorojoias.com.br   by H.Stern

http://www.mulherfeliz.com.br

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